Como Aprender Inglês Mesmo na Crise?

Já viu quanto é a mensalidade de um curso atualmente? Pois é. Chega a doer, mesmo que seja para um “serumaninho” de 3 anos de idade. Então o que fazer, quando para muitos curso não é uma opção viável? É possível estudar sozinho?

Não há nada, repito, NADA, que uma aula particular possa fazer que você não tenha capacidade para aprender sozinho. O professor e os colegas ajudam? É claro. Quanto mais exposição ao idioma-alvo, tanto em leitura como em áudio, mais proveitoso para a aprendizagem. Porém, estamos falando de século XXI: apps, games, vlogs, blogs, downloads e tweets não estão aí à toa. Também não é por mero acaso que essas palavrinhas estão em inglês.

A tecnologia nos cerca de todos os lados, quer a desejemos ou não. O famigerado inglês fluente está nas descrições das melhores vagas de emprego, nos joguinhos de celular, no Peppa Pig que diverte nossos filhos. Por isso, a necessidade de nos adaptarmos se faz imediata. Mas como, se não sobra uma graninha nem para uma voltinha de carro (essa gasolina que sobe sobe…)?

Pois bem, vos trago sugestões acessíveis a poucos cliques de mouse, com uma conexão Wi-fi razoável e dedicação integral. Calma, nada tem a ver com substituir o almoço pelo “Hello, how are you?”. Bastar traçar algumas metas e distribuí-las pelas horas disponíveis na sua semana.

Importante pensar em suas metas com base em habilidades ou conteúdos. Se você quer aprender a escrever relatórios sobre um determinado assunto, procure sites ou canais no Youtube que dão dicas sobre como escrever textos desse tipo. É claro que um texto assim pede que o estudante já domine estruturas gramaticais, textuais e vocabulário complexos, então é bem possível que você precise voltar umas casas no jogo. Não adianta querer começar no topo se você não sabe escrever ou ler uma frase simples em inglês.

A outra opção, determinar os objetivos de estudo tomando por base conteúdos, é uma boa alternativa caso você tenha dificuldade de se motivar. Um bom livro, com conteúdos previamente selecionados pelo autor, pode fazer maravilhas. Tudo depende do seu estilo de aprendizagem. E sim, pode-se aprender de diversas maneiras, mas sempre tem aquela que toca mais nosso coração. Para descobrir quais estilos de aprendizagem combinam mais com você, responda a esse questionário grátis da VARK. Uma desvantagem dos livros disponíveis para download é, na maioria das vezes, a presença de faixas de áudio robóticas. Aquele inglês muito pausado e mecânico, sabe? Bem diferente do falado na vida real. O outro problema com esse tipo de material é total ausência de faixas de listening. Ou seja, você fica na mão na hora de praticar os exercícios do livro.

Por isso, sugiro o site Elllo, que apresenta diálogos sobre temas variados para níveis iniciante, intermediário e avançado, mais exercícios. Nesse site as conversas são mais naturais que nos livros, apesar de também criadas para propósitos pedagógicos, e os falantes de inglês são de múltiplas nacionalidades. Isso é muito bacana porque mostra o uso dessa língua ao redor do mundo, que é dominado pelos ditos “estrangeiros”. Ou seja, pessoas não nascidas em países falantes de inglês como primeira língua, como Nova Zelândia, EUA, Austrália, etc.

Está em busca de um site para praticar a leitura sem ficar perdidaço no The New York Times (jornal famoso norte-americano)? Super recomendo o Rio Times, portal online carioca de notícias do Rio somente em INGLÊS. Uma das vantagens da página é permitir que você faça a ponte entre o português e o inglês, já que o conhecimento prévio que você carrega sobre o Rio e/ou o Brasil serão extrema valia na sua compreensão do texto. Deixando claro que entender NÃO é o mesmo que traduzir. Eu que sou professora não sei tudo tampouco ando com dicionário Cambridge de bolso. Não saber é bom, indica que você não quer parar de aprender e sabe que a linguagem é viva. As pessoas mudam, logo a língua sofre alterações. Em outras palavras, nem o dicionário em papel nem o Google são “pais dos burros”.

Deixo vocês então com uma dica maravilhosa (eu acho, pelo menos rs) do canal Tecla Sap, comandado pelo Ulisses Wehby, um experiente intérprete. Ele posta dicas e curiosidades sobre o inglês. Não deixe de conferir e, caso curta, clicar no sininho para receber as notificações do canal.

Um abraço,

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O Que Você Faria?

A melhor resposta para o meu post de ontem.

O Blog do Jauch

Crise. Já ouviu essa palavra? Provavelmente é das palavras mais faladas (e ouvidas, por conseguinte), desde há muitos anos. Estamos permanentemente em crise. Econômica, política, social, ambiental, humanitária… Mas mais do que todas essas, estamos permanentemente em crise pessoal.

Se te disserem que está tudo bem, desconfie. Há quem se defenda da sua crise fingindo que ela não existe. Sim, porque estamos em crise desde que nascemos. Pra começar, mal saímos da mãe, já nos dão uma bolachada. E pra quê? Só pra ver a gente chorar? Tem coisa mais sádica do que essa? Bater num pobre e indefeso bebê? Mas adiante, que a vida é curta, mas só quando a gente olha pra frente. Pra trás até parece que eu nasci no século passado.

Ver o post original 973 mais palavras

Como Sair da Crise dos 30, da Política, da Econômica… e dá?

Acho que não, gente. Não sozinhos, pelo menos. Se você tiver força suficiente, milite, pegue um megafone, invada a Câmara. Para os corações mais sensíveis, como o meu, sugiro focar na crise interna, mesmo que já tenha passado do Cabo da Boa Esperança dos 30.

Eu não tô aqui me achando a blogueirinha, a redatora, a escritora. Sei onde pôr vírgulas e crases, mas isso não basta para se autodenominar algo do tipo. Por isso falo com vocês como alguém em crise, alguém perdido que já não distingue o ponto do ponto e vírgula. Alguém que tem quase 30, mas está louca para voltar aos 5 anos.

Porém, toda fase tem suas tretas, não posso me enganar. Era a febre no aniversário da Bela e a Fera, o mau humor à espera do saquinho surpresa, o ciúme ensandecido das coleguinhas de escolas, o ser filha única e os suadouros provocados pela professora de matemática. Um drama. Outros me acompanham e alguns permanecem, como é de praxe.

Então a crise não é só uma fase. Ela perdura por toda a minha vida. Nunca estou satisfeita, feliz, exceto em fugazes momentos, muitos deles passados aqui no WordPress, junto aos textos talentosos. Agora, eu? Escritora de meia tigela, atirando para tudo quanto é lado na vida profissional, o coraçãozinho que pouco reluz… exceto nos momentos de chocolate. Abençoada serotonina!

Mas estou aqui, mesmo à meia luz, em meio às decisões difíceis, à ausências inenarráveis, aos escombros da profissional e da pessoa que eu queria ser aos 13 anos. Não estou orgulhosa, mas estou aqui. E é o que importa. Alguém me ama, ainda sou um tantinho agradável, tenho restos de intelecto e sonhos. Seu tamanho tem regredido, mas não desapareceram em meio às crises. Crises ou vida?

O que me faz agarrar à vida são relances de alegria, como essa lindeza do Lenine, Paciência.

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não para

Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora vou na valsa
A vida é tão rara

Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência
E o mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência

Será que é tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (Tão rara)

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para (a vida não para não)

Será que é tempo que lhe falta pra perceber
Será que temos esse tempo pra perder
E quem quer saber
A vida é tão rara (tão rara)

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida é tão rara (a vida não para não)
(a vida é tão rara)

“Será que temos esse tempo pra perder” pensando e travando em todas as crises que nos acometem?

O que vocês fazem quando se sentem assim?

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Meus Compromissos Para Com a Blogosfera

Eu, Renata Fernandes, assumo a responsabilidade de cuidar deste Blog como um filho recém-nascido. Para tanto escreverei aqui conteúdo de minha autoria a princípio às terças e quintas feiras.

As postagens abrangerão os temas dispostos no menu acima e poderão ser escritos em formatos de séries ou não.

Estou aqui porque gosto de escrever e quero levar alegria aos meus leitores. Para tanto sempre estarei bizoiando seus blogs, comentando construtivamente e lendo atentamente aos seus comentários. Sugestões e críticas serão SEMPRE bem-vindos.

Toda mídia e texto que porventura aparecer aqui terá a ver com os temas já descritos e será devidamente creditado, exceto imagens que podem ser usadas por todos. Por exemplo, as do site Pixabay.

Que tenhamos uma longa e proveitosa jornada e nos termos cada vez mais amigos. Obrigada aos leitores que me acompanham desde o início, no Blog antigo.

*Post inspirado nas dicas do meu amigo Alan, em seu blog imperdível, o Anatomia da Palavra.

Como se divertir no fim de semana sem dinheiro? (Parte 2)

Hoje não vou falar de uma coisa que eu faço, mas de uma coisa que quero tentar. Quando criança eu ganhei um patins e só o usava dentro do condomínio. O mesmo com a bicicleta. Eu era menina; não podia brincar lá fora com as outras crianças. E até hoje acho que se meus pais tivessem me permitido fazê-lo eu teria sido mais feliz. Mas isso é história pra outro post e meus pais são ótimos em outras áreas. rs

Vim aqui falar da patinação após anos de “aposentadoria” porque recebi uma ligação especial ontem. Sabe quando você tá lá, achando a vida monótona/deprimente? Era como eu me sentia ontem até o telefonema inesperado.

Era minha prima, com quem eu não tinha contato há meses (mais uma coisa a saber sobre mim: eu sou péssima em falar com as pessoas. Dá muito trabalho, mas amo meus amigos). Pois bem, ela me convidou para participar do seu grupo de patinação. Não é um grupo qualquer, viu? Surgiu da vontade DELA de aprender a patinar (provavelmente os filhos deram um empurrão. Crianças são mágicas :D). E eu achando que patinar era pra criança… ó, coitada da minha ignorância…

Continuando, a protagonista desta história foi ao Teatro Popular Oscar Niemeyer, em Niterói, encontrar uma amiga já patinadora. Lá havia um instrutor que nada cobrava. “Só vou te cobrar caso você não aprenda em 20 minutos”. Minha prima insistiu em pagar, mas o professor permaneceu irredutível. E lá foram eles, ensinando e aprendendo movimentos e voilà. Minha prima estava pronta, ao que ela respondeu embasbacada: “Só?”

Desde então sua vida mudou. Ela se sente mais livre, dona de seus próprios passos, com o vento correndo pelos cabelos. E eu pensei: por que diabos não? O sedentarismo bate à minha porta, não posso pagar uma academia, mas arrumar um patins de segunda mão está ao meu alcance. Foi o que fiz. Também quero viver essa experiência, conhecer mais patinadores e tudo será possível por conta de uma ligação da minha prima, essa pessoa com incrível capacidade de acolher.

Mais uma forma que ela criou de afagar o coração da gente foi criar o perfil Patinar Alegra a Alma no Instagram, onde ela tem conhecido dezenas de interessados. Hoje formam o grupo moradores do Rio e de Niterói. O grupo nem sempre está todo reunido, até porque moram em locais diversos. Tudo indica que patinam em áreas gratuitas, como rampas e parques. Mantêm contato pelo Whatsapp, onde fui super bem acolhida. Se tiver interesse em fazer parte, siga a página e mande uma direct message para saber mais. Caso tenha alguma deficiência, não se acanhe. Lá vocês também têm vez. 🙂

Eficiência sobre rodas… @vieulion #fazendonovosamigos #patinaralegraaalma #vempraruacurtirorio #sobreserlivre

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Como se divertir no fim de semana sem dinheiro? (Parte 1)

Após uma longa pausa, estou de volta, pessoas. Senti falta de seus posts e também de escrever.

Mesmo os programas grátis hoje em dia saem caro. É o estacionamento 20 reais a hora no Rio ou 9 meia hora em São Paulo (!!!), é a passagem de ônibus intermunicipal a 4.25 no ônibus sem ar condicionado e por aí vai… Acaba que o lazer de graça não existe, a não ser que você tenha o privilégio de morar próximo de parques, museus e ruas arborizadas nas metrópoles do Sudeste. Não é o meu caso, infelizmently. Por isso, tenho tentado trazer o lazer para dentro de casa. Você já pensou em fazer o mesmo?

Não vou nem mencionar o famoso Netflix porque até ele tá encarecendo, né, gente? Vamos aos fatos então.

1) Arriscar na cozinha.

Eu não sou a cozinheira-mor. Pra falar a verdade, arroz foi algo que aprendi a fazer aos 18 anos. Nunca fui chegada, mas tudo muda quando você não tem quem cozinhe para você mais. Desde então, tenho feito burradas (algo a ver com repolho cru), mas também acertos. A única coisa que não muda nesses quase 10 anos de chef é minha vontade de inovar: seja uma erva diferente ou um site de receitas novo, eu estarei lá. Tô ligada que é um luxo poder ser criativa na cozinha, uma vez que um monte de gente não tem grana pra mais que um arroz com feijão. Reconheço que tenho opções e tenho explorá-las. Esse fim de semana tentarei uma nova receita de bolo de chocolate. Por que não? Cozinhar é uma arte, uma fusão de aromas e uma gama de procedimentos. Divertido!

2) Baixar filmes.

Gente, juro que não dou 33 reais numa entrada inteira no Cinemark. Sem condições! Salvem a professorinha, porque tá f***. Sinceramente não sinto a mesma emoção que antes ao assistir um filme no cinema. Para os entendedores da área devo soar burra, mas não ligo. Ganho migalhas e não estou podendo. Portanto meus fieis companheiros são o programa Popcorn Time e o site Filewarez. O primeiro tem uma atraente variedade de filmes e séries, beeem mais atualizado que o Netflix. Funciona como este, através de streaming, logo o arquivo não fica armazenado no seu PC. Parece uma maravilha, mas há alguns probleminhas:

a) Quanto mais gente tiver o arquivo, mais rápida a velocidade de download. Isso pode tornar quase impossível que você assista aquele filme de mil novecentos e lá vai pedrinha ou aquela série alternativa. Acredite, aconteceu comigo (lágrimas).

b) Uploads extremamente recentes têm uma chance baixa de vir acompanhados de legenda. Uma solução para isso é observar o formato do filme (720 ou HD, por exemplo) e baixar legenda correspondente. É um trabalho meio às cegas porque muitas vezes há mais de uma legenda 720 ou HD. O site mais atualizado e confiável para legendas gratuito é o Legendas.tv. Quando não tem o que eu quero lá, dou um pulo no Open Subtitles. Ah, um truque importante ao usá-lo: ao abrir a legenda, não clique no seu título para fazer o download porque quando a gente faz isso abre um monte de propaganda. Para evitá-la, clique no link que diz o número de vezes que o arquivo foi baixado. Exemplo: 1x ou 2x.

Já o Filewarez é um fórum de compartilhamento de arquivos. Sempre atualizado e já traz a legenda. Só que você precisa ser convidado para usá-lo. De repente algum amigo seu já é cadastrado lá. Não custa nada perguntar!

Bem, a próxima semana será de posts bem curtos como esse porque eu tô muuuuuito lenta e extremamente exausta. De todo modo, darei meu máximo para postar mais de 1 vez por semana e acompanhar os escritos de vocês.

Desejo a todos um ótimo final de semana. Ah, e esse post terá continuidade. 🙂 Espero que tenham gostado. Que atividades de lazer (quase) gratuitas vocês recomendam?

Um abraço,

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Bullet Journal: Do que se alimenta? (Parte 2)

No último post eu apresentei a vocês uma visão geral da ferramenta Bullet Journal. Lembrando, é basicamente um caderno em que eu coloco meus compromissos e tarefas. No entanto, ele é bem mais que isso. É indispensável para que eu veja meu progresso. Como?

Cara, eu sei que é bem fácil se perder e procrastinar. Acreditem, sou a rainha. Mas desde que eu comecei a anotar meus objetivos mensais e semanais no bullet journal, tudo ganhou mais foco. Eu não fico obcecada com o caderno nem com as coisinhas bonitas que eu vejo no Pinterest. Ok, talvez um pouquinho só, mas não a ponto de investir 100 e poucos reais em canetas coloridas.

O que quero dizer é: o mais importante é você sentir vontade de fazer as tarefas a que se propõe. E mais, analisar seus objetivos de vida e criar passos para que chegue lá com mais facilidade e esmero. O bullet journal te ajudará nisso porque lá você terá registrados tudo o que lhe é relevante. Sonhos, lugares a visitar, contas a pagar, compromissos… Sabe quando você está com a cabeça tão cheia tentando lembrar de tudo e seu cérebro dá um nó enorme? Então, no more. O cérebro não foi feito para ficar carregando tudo, o papel sim. Enquanto isso, deixamos a mente livre para trabalhar e construir o que a gente quer.

Voltando à versão original do bullet journal. Lembram das páginas diárias, em que se anota as coisas que vão (ou estão) acontecer naquele dia? Pois pois, muitos usuários do método não curtem muito. Alguns afirmam que ter somente as páginas do mês e as diárias acaba por prejudicar a noção dos planos/objetivos semanais. Outra desvantagem mencionada é o desperdício de uma única página para um dia inteiro. Se sua rotina for mais tranquila, você também achará isso um ponto negativo. Mas cabe a você decidir, claro. Aqui estão alguns modelos de páginas semanais e diárias para que você compare e veja qual te serviria melhor. Uma dica: comece as páginas mensais e semanais sempre pela esquerda, pois assim terá a visão total do período em questão. Se começar pela direita, terá que ficar virando a folha toda hora.

Vejam aqui que a pessoa lança mão tanto da página semanal (Weekly) como da diária (Daily). À esquerda da primeira temos os dias da semana com os números e à direitas as tarefas da semana (To-dos). Esse modelo é prático porque deixa você livre para decidir em que dia da semana alocará cada atividade a fazer. E mais, deixar na lista mesmo as sem data específica. Assim você controla todos os dias numa única página. Uma outra coisa legal é que você fica com um espaço grande para ir tomando nota do que surgir no decorrer da semana.

Por outro lado, na parte diária, temos uma área maior dedicada aos apontamentos e eventos de cada dia. Logo, só caberão uns dois por página. A gotinha azul indica que a pessoa está controlando a ingestão d’água, o que é arbitrário. Você pode fazer desenhos entre os dias ou escrever a previsão do tempo, por exemplo.

Aqui vão outros modelos de páginas semanais:

Especial para os fãs do estilo minimalista, como eu :). Note que à esquerda temos na tabela os dias da semana e uma divisão na vertical indicando que à direita ficam as tarefas sem hora marcada, já ticadas. Do outro vemos triângulos e bolinhas (novamente, escolha sua os símbolos) referentes aos compromissos. Abaixo da tabela a pessoa escreveu os objetivos daquela semana. (Goals –> objetivos e gols, dependendo do contexto :). Quando planejo a minha também gosto de ter em mente alguns poucos, para que trace as tarefas a partir daí. Claro que também consulto as mensais, presentes no meu Monthly Log. Importante: não exija muito de você; selecione até 5 objetivos para que mantenha o foco no essencial. Só assim evitamos a danada da procrastinação! hehe

Olhando para folha seguinte, percebe-se a divisão das tarefas em 3 áreas: uma geral (To-dos); uma para domésticas (Home) e as de trabalho (Work). Assim como na foto anterior, há um bom espaço livre para anotações e to-dos. Dividir dessa forma facilita a consulta ao que temos que fazer, uma vez que é só chegar no local (casa, por exemplo) e ver as anotações daquele dia. Se preciso, pular o olhar de um para o outro, com rapidez.

Um outro fato bem útil desse modelo é a parte intitulada Dinner, jantar em inglês. Para quem almoça fora e chega em casa cansado, é um saco nunca saber o que comer. Anotando as refeições você se permite comprar somente os ingredientes necessários, evitando o desperdício de ingredientes e tempo pensando no que comer. Pode até deixar porções no freezer e deixar descongelando para estar tudo prontinho quando chegar em casa. Muito útil para quem mora sozinho. 🙂

E ainda, seus compromissos borbulhando e você não tem mais espaço essa semana? Crie a seção Next week (semana que vem). Quando você planejá-la já vai ter escritos informações preciosas nessa partezinha.

Bem, gente, a aula de inglês acabou. Por hoje é só. rs Segunda-feira volto com mais um post sobre o Bujo.

Caso você já use o bullet journal, qual modelo prefere? Mensal, diária ou ambos?

E para você que não usa, qual sistema (analógico ou não) você adota na sua rotina?

Compartilhe suas ideias, dê um like e diga o que achou do post. 🙂

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